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  BROMELIACEAE
   
 


Classificação Botânica

Divisão: Magnoliophyta 
Classe: Liliopsida
Ordem: Poales 
Família: Bromeliaceae 
Gênero: Neoregelia 
Espécie: N. 'Amazing Grace'

 
Descrição botânica
A família bromeliaceae, dividida em três subfamílias, (Bromelioideae, Tillandsioideae e Pitcairnioideae) abarca plantas herbáceas, de pequeno a médio porte, terrestres, rupícolas, principalmente epífitas, com raízes pouco desenvolvidas, servindo mais para fixação do que absorção, mais precisamente nas espécies epífitas. Apresentam formatos em rosetas, abertas ou afuniladas, com raras exceções de outras formas. O caule curto, coberto pelas folhas, quase não é percebido, proporcionando à planta, característica acaule, mas com a função de emitir brotação lateral. Suas folhas são simples e lanceoladas, largas ou estreitas, dispostas de forma espiralada, com nervuras paralelas, geralmente fibrosas, raramente carnosas, de bordas lisas ou espinhentas. Essas folhas se sobrepõem densamente no centro da planta, formando um reservatório ou tanque, onde se acumula água. Inflorescência cimosa ou racemosa, quase sempre formada de brácteas vistosas, com intenso colorido, de tamanhos e formatos diversos, dependendo da espécie, e que ocorre somente uma vez durante o ciclo vital da bromélia, qualificando-a como planta monocárpica. Flores bissexuadas, às vezes vistosas, actinomorfas ou aparentemente zigomorfas, diclamídeas heteroclamídeas; cálice e corola trímeros; cálice dialissépalo ou gamossépalo e corola dialipétala ou gamopétala; prefloração imbricada; estames em numero de 6, livres ou unidos, anteras rimosas, nectários comumente presentes; gineceu gamocarpelar, ovário súpero (Pitcairnioideae e Tillandsioideae) e ínfero (Bromelioideae), trilocular, pluriovulado, placentação axial. Frutos dos tipos baga (Bromelioideae), cápsula (Pitcairnioideae e Tillandsioideae) ou raramente infrutescência, formando sincarpo (Ananas ssp).
 
Ocorrência
A distribuição das bromélias está restrita às regiões neotropicais, exceção feita somente à uma espécie do gênero Pitcairnia, originaria da África. As bromélias encontram-se distribuídas desde o norte dos Estados Unidos da Ámerica, passando pelas Américas central e do sul até Chile e Argentina. Perfazem aproximadamente 3.000 espécies em cerca de 60 gêneros. No Brasil existem espécies em quase todos os ecossistemas, principalmente na mata atlântica, alem de regiões do cerrado, da Amazônia e semi-árido, perfazendo aproximadamente 1.200 espécies em 40 gêneros.
 
Uso paisagístico
As bromélias vêm, cada dia mais, ocupando espaços no paisagismo, graças ao grande potencial ornamental de suas espécies. Dependendo do porte, as bromélias são utilizadas como forrações, criando maciços ou grupos isolados. Espécies epífitas, são interessantes para composições verticais, principalmente as de portes menores. No Brasil, os gêneros mais conhecidos e empregados nos jardins ensolarados, são representados por Alcantarea e algumas espécies de Aechmea, Neoregelia e Cryptanthus; nos jardins internos, jardineiras e vasos, estão mais presentes os gêneros Nidularium, Vriesea, Guzmania, Tillandsia, Billbergia, e algumas espécies de Aechmea e Neoregelia.
 
Gêneros
 
 
Acanthostachys, Aechmea, Alcantarea, Ananas, Araeococcus, Billbergia, Bromelia, Canistropsis, Canistrum, Cryptanthus, Dyckia, Edmundoa, Encholirium, Guzmania, Hechtia, Hohenbergia, Navia, Neoregelia, Neoglaziovia, Nidularium, Orthophytum, Pitcairnia, Portea, Puya, Quesnelia, Streptocalyx, Tillandsia, Vriesea, Wittrockia.
 
 
Principais espécies
 
Foto: J. B. Sodré
Aechmea blanchetiana
 
Descrição
Espécie perene, acaule, rizomatosa, robusta, de hábito terrestre, nativa do Brasil, com até 0,80 m de altura, folhas rijas, coriáceas, desprovidas de espinhos nas margens, verde-amareladas dispostas em roseta aberta, muito ornamental. Inflorescência terminal acima da folhagem, despontando no centro da planta, ramificada, constituída por espigas paniculadas, bem vistosas. Propaga-se facilmente pela separação de mudas laterais e por sementes.
 
Uso paisagístico
Planta notável para fazer a cor amarela nos jardins, desde que cultivada a pleno sol, na composição de maciços em grandes áreas, ou plantada, em conjuntos isolados, podendo ser usada também em grandes vasos. Se cultivada à meia-sombra, não produz efeito desejado.
 
 
 
Foto: J. B. Sodré
Aechmea fasciata
 
Descrição
Planta perene, acaule, rizomatosa, de porte médio, nativa do Brasil, com folhas rijas, coriáceas, dispostas em rosetas bem abertas, atingindo até 0,50 m de diâmetro; as folhas, na espécie típica são revestidas de verde, marcadas por faixas transversais irregulares produzidas por escamas acinzentadas e com espinhos nas bordas. Existem formas variegadas com faixas longitudinais brancas ou amareladas. Inflorescência ereta, acima da folhagem, representada por brácteas róseas e flores azuis, altamente decorativa e durável. Propaga-se por rebentos extraídos após o florescimento ou por sementes.
 
Uso paisagístico
Bromélia tradicionalmente cultivada em vasos ou jardineiras, protegidas do sol direto. Pode ser usada também em jardins internos, em locais bem protegidos.
 
 
 
Foto: J. B. Sodré
Alcantarea imperialis
 
Descrição
Planta acaule, perene, robusta, de porte grande, nativa do Brasil, com folhas dispostas em roseta volumosa e decorativa, podendo atingir até 1,80 m de diâmetro, representada por folhas coriáceas, lineares, desprovida de espinhos nas margens, nas cores verde ou avermelhada. Inflorescência ereta, alta, acima da folhagem, ramificada, com brácteas amarronzadas e flores amarelas. Propaga-se exclusivamente por sementes, embora a planta possa emitir brotações na fase juvenil.
 
Uso paisagístico
É uma das espécies mais comuns utilizadas nos jardins de áreas ensolaradas. Aparece nas composições de médias e grandes áreas, como planta isolada, formando agrupamentos e pontuando setores do jardim.
 
 
 
Foto: J. B. Sodré
Ananas bracteatus 'Striatus'
 
Descrição
Espécie perene, acaule, rizomatosa, de roseta densa, com até 0,80 m de altura, nativa do Brasil, apresentando folhas rijas, com bordas bastante espinhentas, de tonalidade verde na espécie original, e variegada em listras longitudinais verdes e amarelas nas cultivares, muito decorativas. Inflorescência avermelhada, bastante ornamental, surgindo no final do ciclo de vida da planta. Propaga-se por divisão da touceira ou por rebentos que surgem na infrutescência.
 
Uso paisagístico
Planta adequada para espaços ensolarados na formação de bordaduras, conjuntos isolados ou plantada em vasos para interiores iluminados. Também utilizada como espécie defensiva em lugares em que haja necessidade de impedir passagem.
 
 
 
Foto: J. B. Sodré
Billbergia 'Hallelujah'
 
Descrição
Espécie perene, acaule, rizomatosa, caracterizada por roseta vertical e fechada, cilíndrica, de até 0,40 m de altura, obtida por cruzamento de outras espécies. Nativa do Brasil e América do Sul, suas folhas são lineares, rijas e coriáceas, arqueadas nas pontas, com bordas espinhentas, colorida de vermelho-vinho e salpicada de pintas esbranquiçadas, altamente decorativas. Inflorescência em espigas, acima da folhagem, ramificada, com brácteas rosadas e flores pequenas nas cores verde e azul, também vistosas, porém pouco duráveis. Propaga-se por separação de rebentos que surgem ao lado da planta-matriz ou por sementes.
 
Uso paisagístico
Espécie de hábito exclusivamente epífito, utilizada na composição com este fim, em vasos, jardineiras e espaços suspensos. Planta ideal para jardins verticais e árvores de bromélias, cultivada a meia-sombra ou locais que recebem sol brando.
 
 
 
Foto: J. B. Sodré
Cryptanthus acaulis 'Tricolor'
 
Descrição
Planta de pequeno porte, de hábito terrestre, nativa do Brasil, com roseta em formato distinto das outras bromélias, lembrando estrela, acaule, com folhas de bordas serrilhadas, bem abertas no plano horizontal, onduladas e com extremidades pontiagudas, com faixas longitudinais avermelhadas, rosa ou creme sobre fundo verde. Flores discretas, brancas, surgindo nas axilas das folhas superiores. Propaga-se por divisão de planta ou por rebentos que emergem em suas folhas, na parte de cima.
 
Uso paisagístico
Bromélia utilizada principalmente como planta de forração, criando plano baixo e oferecendo belos efeitos contrastantes, pelas cores da folhagem, dependendo da intensidade de luz no local. Indicada também para vasos e jardineiras.
 
 
 
Foto: J. B. Sodré
Guzmania lingulata
 
Descrição
Planta perene, acaule, de hábito epífito, com até 0,40 m de altura, originária da América Tropical, com ocorrência inclusive no Brasil, folhas lineares, verdes, membranáceas, sem espinhos nas bordas, dispostas em roseta, robusta e muito ornamental. Inflorescência vistosa, ereta, compacta, acima da folhagem, formada por brácteas vermelhas, envolvendo pequenas flores brancas. Propaga-se por separação de rebentos ou por sementes.
 
Uso paisagístico
Bromélia de grande efeito decorativo, com muitas variedades disponíveis no mercado, usada principalmente como planta de vaso para interiores durante a floração, representada por brácteas muito duráveis. Requisitada também nas composições de jardins temporários, criando maciços coloridos, em feiras e outros eventos, sempre à meia-sombra.
 
 
 
Foto: J. B. Sodré
Neoregelia compacta
 
Descrição
Bromélia nativa do Brasil, acaule, rizomatosa, de roseta bem aberta, com até 0,40 m de diâmetro, com folhas largas ou estreitas, conforme a variedade, rijas e coriáceas, ostentando espinhos nas margens, nas cores verde ou variegada. Inflorescência representada pela modificação das folhas internas à roseta (brácteas) nas cores vermelho-viva, protegendo flores brancas e discretas, formando um conjunto muito decorativo. Propaga-se por separação de rebentos ou por sementes.
 
Uso paisagístico
Bromélia de largo emprego no paisagismo, tanto nos espaços ajardinados de áreas abertas e ensolaradas, quando suas folhas ficam verde-amareladas e mais decorativas, como nos espaços suspensos, em composições de jardins verticais. São utilizadas também em jardineiras e vasos.
 
 
 
Foto: J. B. Sodré
Neoregelia 'Fireball'
 
Descrição
Bromélia de pequeno porte, rizomatosa, nativa do Brasil, com folhas dispostas em rosetas compactas, com cerca de 0,15 a 0,20 m de diâmetro, de consistência rija, na cor vermelha, muito decorativas. Inflorescência discreta, representada por flores pequenas na cor lilás, subtendida ao nível do copo da planta. Propaga-se por rebentos que surgem em perfilos, distantes da planta-matriz.
 
Uso paisagístico
Trata-se de uma das mais populares bromélias utilizadas nos espaços suspensos, tanto nas árvores, como nas placas dos jardins verticais. Utilizada freqüentemente nos vasos e jardineiras, à meia-sombra ou a pleno sol. Em locais de pouca luz, a planta perde seu colorido atraente, tornando-se verde
 
 
 
Foto: J. B. Sodré
Nidularium fulgens
 
Descrição
Espécie nativa do Brasil, epífita, de porte médio, rizomatosa, com até 0,40 m de diâmetro, folhas dispostas em rosetas abertas, coriáceas e rijas, com margens espinhentas, na cor verde, salpicada de pontos verde-escuros, bem discretos. Inflorescência formada por brácteas, revestidas de intenso vermelho que se eleva discretamente no centro da roseta, envolvendo flores insignificantes na cor branca. Propaga-se pela separação de rebentos que surgem após a floração e por sementes.
 
Uso paisagístico
Planta adaptada a locais com pouca luz em seu habitat natural, sendo por isso ideal para vasos e jardineiras de espaços internos, ou ainda, afixada em planos verticais, nas mesmas condições de cultivo.
 
 
 
Foto: J. B. Sodré
Tillandsia cyanea
 
Descrição
Espécie perene, acaule, de hábito epífito, originária do Equador, de porte pequeno, até 0,25 m de diâmetro, com folhas lineares, acanaladas, recurvadas, coriáceas, na cor verde-escura, arroxeada na base, e desprovida de espinhos. Inflorescência disposta acima da folhagem, representada por espiga larga, formada de brácteas róseas, vistosas, protegendo flores violetas, também muito decorativas. Propaga-se por divisão de mudas que surgem no meio da planta-matriz ou por sementes.
 
Uso paisagístico
Planta para cultivo a meia sombra, geralmente ornamentando troncos e árvores, painéis para jardins verticais e outros suportes; também utilizadas em vasos de interiores, durante a floração.
 
 
 
Foto: J. B. Sodré
Vriesea 'Poelmanii'
 
Descrição
Planta híbrida, obtida por cruzamento de outras espécies nativas do Brasil, de porte pequeno, até 0,25 m de altura, folhas dispostas em rosetas densas, membranáceas, e bordas desprovidas de espinhos. Inflorescência acima da folhagem, ereta, um tanto ramificada, com brácteas vermelhas e flores subtendidas, discretas, na cor amarela. Propaga-se por rebentos que surgem na planta-matriz após a floração.
 
Uso paisagístico
Planta cultivada principalmente em vasos para interiores e jardineiras, quando floridas, sempre nos locais bem protegidos. Utilizada freqüentemente em espaços de jardins eventuais de feiras.
 
Outras espécies
 
Foto: J. B. Sodré
Acanthostachys strobilacea
 
 
 
Foto: J. B. Sodré
Aechmea 'Blue Tango'
 
 
 
Foto: J. B. Sodré
Aechmea biflora
 
 
 
Foto: J. B. Sodré
Aechmea bracteata
 
 
 
Foto: J. B. Sodré
Aechmea chantinii
 
 
 
Foto: J. B. Sodré
Aechmea gamosepala 'variegata'
 
 
 
Foto: J. B. Sodré
Aechmea lueddemanniana
 
 
 
Foto: J. B. Sodré
Aechmea nudicaulis
 
 
 
Foto: J. B. Sodré
Aechmea orlandiana
 
 
 
Foto: J. B. Sodré
Aechmea pectinata
 
 
 
Foto: J. B. Sodré
Aechmea pineliana
 
 
 
Foto: J. B. Sodré
Aechmea recurvata 'Variegata'
 
 
 
Foto: J. B. Sodré
Alcantarea imperialis 'Vinicolor'
 
 
 
Foto: J. B. Sodré
Ananas lucidus
 
 
 
Foto: J. B. Sodré
Araeococcus flagellifolius
 
 
 
Foto: J. B. Sodré
Billbergia pyramidalis 'Kyoto'
 
 
 
Foto: J. B. Sodré
Billbergia stolonifera 'Variegata'
 
 
 
Foto: J. B. Sodré
Canistrum triangulare
 
 
 
Foto: J. B. Sodré
Cryptanthus 'Arlety'
 
 
 
Foto: J. B. Sodré
Cryptanthus bromelioides 'Tricolor'
 
 
 
Foto: J. B. Sodré
Cryptanthus fosterianus 'Elaine'
 
 
 
Foto: J. B. Sodré
Dyckia brevifolia
 
 
 
Foto: J. B. Sodré
Dyckia fosteriana
 
 
 
Foto: J. B. Sodré
Guzmania sanguinea
 
 
 
Foto: J. B. Sodré
Hohenbergia castellanosii
 
 
 
Foto: J. B. Sodré
Hohenbergia correia-araujoi
 
 
 
Foto: J. B. Sodré
Neoregelia carolinae
 
 
 
Foto: J. B. Sodré
Neoregelia concentrica
 
 
 
Foto: J. B. Sodré
Neoregelia cruenta
 
 
 
Foto: J. B. Sodré
Neoregelia 'Fireball' x compacta
 
 
 
Foto: J. B. Sodré
Neoregelia 'First Prize'
 
 
 
Foto: J. B. Sodré
Neoregelia 'Gespacho'
 
 
 
Foto: J. B. Sodré
Neoregelia kautskyi
 
 
 
Foto: J. B. Sodré
Neoregelia lineata
 
 
 
Foto: J. B. Sodré
Neoregelia 'Lorena'
 
 
 
Foto: J. B. Sodré
Neoregelia 'Maya'
 
 
 
Foto: J. B. Sodré
Neoregelia 'Morado'
 
 
 
Foto: J. B. Sodré
Neoregelia pauciflora
 
 
 
Foto: J. B. Sodré
Neoregelia tarapotoensis
 
 
 
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Neoregelia 'Ultima'
 
 
 
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Nidularium rutilans
 
 
 
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Orthophytum glabrum
 
 
 
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Orthophytum grossiorum
 
 
 
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Orthophytum gurkenii
 
 
 
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Quesnelia arvensis
 
 
 
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Streptocalyx poeppigii
 
 
 
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Tillandsia bulbosa
 
 
 
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Tillandsia cacticola
 
 
 
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Tillandsia dyeriana
 
 
 
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Tillandsia leiboldiana
 
 
 
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Tillandsia pohliana
 
 
 
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Tillandsia usneoides
 
 
 
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Tillandsia stricta
 
 
 
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Tillandsia wagneriana
 
 
 
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Tillandsia yonantha
 
 
 
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Vriesea fenestralis 'lineata'
 
 
 
Foto: J. B. Sodré
Vriesea fosteriana
 
 
 
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Vriesea phillippo-coburgii
 
 
 
Foto: J. B. Sodré
Vriesea saundersii
 
 
 
Foto: J. B. Sodré
Vriesea splendens
 
 
 
Foto: J. B. Sodré
X Neophytum 'Galactic Warrior'